No jogo de futebol desta quarta feira, a maioria dos jogadores, tanto do Corinthians como do Atlético Mineiro, ficaram calados durante a execução do Hino Nacional.
Ainda durante a execução do Hino, as câmeras da Rede Globo passeavam pelo estádio constatando uma triste realidade. Técnicos, torcedores, juízes e árbitros sem o menor constrangimento, ficaram calados, alguns se balançando com as mãos nos bolsos, enquanto um grupo de torcedores mais fervorosos pulava nas arquibancadas.
Sou do tempo em que aprendíamos o Hino Nacional na escola.
Semanalmente tínhamos hora cívica, momento em que nos era ensinado a postura correta, comportamento, e a letra do Hino, bem como o respeito a nossa pátria.
E por falar em pátria, dois meninos fizeram direitinho a lição de casa e cantaram o Hino com a mão no peito e alegria no rosto, com todo o respeito que o momento pede.
Obrigada meninos ! Vocês salvaram a pátria.
Obrigada aos professores e professoras que ainda acreditam que um pouco de civismo e respeito aos símbolos pátrios, não faz mal a ninguém.
Atualmente, o tempo dedicado a atividades que desenvolvam o civismo, a ética, senso crítico e os valores, são cada vez menores nas escolas, pois os professores são a cada dia que passa mais cobrados a respeito de números e resultados, deixando a formação do ser humano como indivíduo e cidadão em segundo plano.
Bem, se pensarmos que os valores morais e éticos já estão totalmente deturpados, e que nem mesmo o ser humano é respeitado, (seja pela sua opção religiosa, ou seu gênero e até mesmo pelo time de futebol) e, que apenas uma pequena parcela da sociedade, incluindo políticos corruptos e empresários que enriqueceram de forma ilícita detém o poder de compra, de escolha e de oportunidades, vivem confortavelmente enquanto a maioria da população se mantém a margem da sociedade, se alimentando de migalhas, que nada mais são que as sobras de toda essa roubalheira...
Então, cantar ou não cantar o Hino Nacional, não é tão importante assim.
Faço minhas as palavras do Renato Russo,
"Que país é esse ?".
Carine Dias Soares
Ainda durante a execução do Hino, as câmeras da Rede Globo passeavam pelo estádio constatando uma triste realidade. Técnicos, torcedores, juízes e árbitros sem o menor constrangimento, ficaram calados, alguns se balançando com as mãos nos bolsos, enquanto um grupo de torcedores mais fervorosos pulava nas arquibancadas.
Sou do tempo em que aprendíamos o Hino Nacional na escola.
Semanalmente tínhamos hora cívica, momento em que nos era ensinado a postura correta, comportamento, e a letra do Hino, bem como o respeito a nossa pátria.
E por falar em pátria, dois meninos fizeram direitinho a lição de casa e cantaram o Hino com a mão no peito e alegria no rosto, com todo o respeito que o momento pede.
Obrigada meninos ! Vocês salvaram a pátria.
Obrigada aos professores e professoras que ainda acreditam que um pouco de civismo e respeito aos símbolos pátrios, não faz mal a ninguém.
Atualmente, o tempo dedicado a atividades que desenvolvam o civismo, a ética, senso crítico e os valores, são cada vez menores nas escolas, pois os professores são a cada dia que passa mais cobrados a respeito de números e resultados, deixando a formação do ser humano como indivíduo e cidadão em segundo plano.
Bem, se pensarmos que os valores morais e éticos já estão totalmente deturpados, e que nem mesmo o ser humano é respeitado, (seja pela sua opção religiosa, ou seu gênero e até mesmo pelo time de futebol) e, que apenas uma pequena parcela da sociedade, incluindo políticos corruptos e empresários que enriqueceram de forma ilícita detém o poder de compra, de escolha e de oportunidades, vivem confortavelmente enquanto a maioria da população se mantém a margem da sociedade, se alimentando de migalhas, que nada mais são que as sobras de toda essa roubalheira...
Então, cantar ou não cantar o Hino Nacional, não é tão importante assim.
Faço minhas as palavras do Renato Russo,
"Que país é esse ?".
Carine Dias Soares
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