Vinha eu no caminho para casa, carregando duas sacolas do super, (bem pesadinhas por sinal) quando de repente alcancei um grupo de adolescentes que vinham mais na frente, e sem querer querendo, comecei a ouvir o assunto.
Eles vinham conversando sobre a camiseta da formatura e uma das meninas disse que achou a camiseta muito legal, "muito show" e o menino que era um dos formandos disse:
_ "Eu achei muito fraun", nesse momento me senti descendo a lomba para ir pra casa depois de uma manhã de aula, lá nos meus tempos de estudante.
Gente essa gíria é do meu tempo(agora assinei meu atestado de trintona), mas é verdade, no meu tempo a galera falava muito essa gíria do fraun, vocês sabem o que é fraun? Fraun é algo que ficou muito nada a ver, assim sem graça, muito "chocho".
Comecei a pensar então que as gírias estão sempre por aí, e que volta e meia elas voltam a fazer parte do "dialeto" da tribos.
Eu adoro uma gíria e estou sempre giriando por aí, adoro resgatar aquelas lá "do tempo do epa", e adoro aprender gírias novas, acredito que isso faz parte do movimento dos grupos, criar e recriar velhos hábitos, velhas gírias...
Se a moda pode se dar ao luxo de ir e voltar, a gíria também deve ter o direito de se tornar atemporal, perpassando décadas e se tornado sempre atual, na "crista da onda".
Carine Dias Soares
Eles vinham conversando sobre a camiseta da formatura e uma das meninas disse que achou a camiseta muito legal, "muito show" e o menino que era um dos formandos disse:
_ "Eu achei muito fraun", nesse momento me senti descendo a lomba para ir pra casa depois de uma manhã de aula, lá nos meus tempos de estudante.
Gente essa gíria é do meu tempo(agora assinei meu atestado de trintona), mas é verdade, no meu tempo a galera falava muito essa gíria do fraun, vocês sabem o que é fraun? Fraun é algo que ficou muito nada a ver, assim sem graça, muito "chocho".
Comecei a pensar então que as gírias estão sempre por aí, e que volta e meia elas voltam a fazer parte do "dialeto" da tribos.
Eu adoro uma gíria e estou sempre giriando por aí, adoro resgatar aquelas lá "do tempo do epa", e adoro aprender gírias novas, acredito que isso faz parte do movimento dos grupos, criar e recriar velhos hábitos, velhas gírias...
Se a moda pode se dar ao luxo de ir e voltar, a gíria também deve ter o direito de se tornar atemporal, perpassando décadas e se tornado sempre atual, na "crista da onda".
Carine Dias Soares
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